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Num consultório médico em São Paulo, vi um quadro, de 1985,  do grande artista sanroquense Darcy Penteado. No quadro tem a seguinte frase, escrita pelo autor

“Subsistir apenas, não basta. É preciso dignificar a vida.” 

  Eis aqui uma verdade de uma sabedoria ímpar. De que vale apenas subsistir? De que vale viver sem dignificar a vida? De que trabalhar sem dignificar o trabalho? De que vale amar, sem dignificar o amor?

  Viver por viver, trabalhar por trabalhar ou para “ganhar dinheiro” não dignifica a vida. É preciso fazer as coisas com “sentimento de fazer”. É preciso agregar “valor” às coisas que fazemos - sejam simples ou complexas, pequenas ou grandes. É preciso fazer cada coisa; olhar cada pessoa e até cumprir nossas rotinas dignificando cada ato, cada ação, cada intenção, cada olhar, cada aperto de mão.

  Subsistir apenas significa desumanizar o humano.

  Subsistir apenas significa fazer pelo fazer; fazer sem pensar; fazer sem paixão. Subsistir apenas, não basta, escreveu o artista.

  Dignificar a vida é elevar cada pensamento, cada intenção, cada ato, cada ação ao seu nível mais alto, mais ético, mais humano.

  Dignificar a vida significar se comprometer com o que faz; fazer tudo com atenção e detalhes; terminar as coisas que começa; respeitar as pessoas e suas diferenças; colaborar, participar, envolver-se na ação dignificante.

  Dignificar a vida é ser ético e moralmente defensável. É mais do cumprir o seu dever. É ser exemplo de dignidade.

   Será que nós - eu, você - dignificamos a vida ou simplesmente subsistimos?

Pense nisso.

 



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